Navegação


A navegação no interior do Brasil teve uma série de dificuldades para se desenvolver, em função das condições geográficas e topográficas. Excluindo-se a Bacia do Amazonas a maioria dos rios brasileiros apresenta desníveis significativos, muitos são navegáveis apenas em pequenas distâncias. Os rios Tiête - Paraná utilizados pelos bandeirantes tiveram a sua utilização diminuída com o advento das ferrovias. Ultimamente as hidrovias estão associadas a aproveitamentos múltiplos dos recursos hídricos, como nos casos dos rios Tiete e Paraná aonde vêm se tornando competitivas.

Impactos ambientais do aumento da navegação no interior são:
  • a regularização e o aumento da profundidade dos leitos naturais;
  • dragagens, derrocamentos, cortes de membros e obras mais localizadas, cuja evolução futura é de difícil previsão;
  • dragagens de materiais poluentes ou potencialmente contaminantes;
  • degradação da qualidade da água nos terminais fluviais de movimento muito intenso.

As principais hidrovias em operação no Brasil são:

  • Hidrovias do Sul, faz a navegação do interior de cargas e de passageiros no Rio Grande do Sul.
    Eclusa de fandango no rio Jacuí e barragens das eclusas do anel de Dom Marco e Amarópoles no rio Jacuí e eclusa de Bom Retiro do Sul no rio Taquari.
  • Bacia Paraná-Tietê
  • Rio Paraguai
  • Rio São Francisco
  • Rio Tocantins-Araguaia
  • Bacia Amazônica
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